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Como sete pessoas sobreviveram 42 horas soterradas no canto de uma cozinha

epa

Para sete pessoas, incluindo duas crianças, o pesadelo teve final feliz. Abrigadas num canto da cozinha do hotel Rigopiano, reduzido a escombros após uma avalancha, foram encontradas 42 horas depois da tragédia pelas equipas de resgate, que tentam salvar outras três. Poucos acreditavam que fosse possível sobreviver

Em sites de reservas turísticas online, como o Booking, as fotos do Hotel Rigopiano, na localidade italiana de Farindola, - o mesmo que foi destruído por uma avalancha esta quarta-feira - continuam tentadoramente a anunciar “o sítio perfeito para aqueles que querem estar rodeados pela natureza”. Entre as imagens que desfilam com os quartos, as salas de refeição, a sauna ou mesmo a piscina interior e as vistas para a paisagem, nenhuma mostra o lugar que ficará na memória dos sete sobreviventes resgatados dos escombros esta sexta-feira como o refúgio que os salvou: a cozinha.

Abrigado num recanto, onde lhes foi possível manter uma pequena fogueira, o grupo composto por sete pessoas, entre as quais duas crianças, foi a boa notícia que já quase ninguém esperava (inicialmente foi divulgado que seriam oito pessoas, mas um balanço posterior corrigiu a informação). Após uma madrugada muito dura, em que, sob condições extremas de frio e dificuldades de acesso, 135 elementos das equipas de socorro insistiram em rebuscar nos escombros, chamando e revolvendo os destroços, na esperança de encontrar vida, o primeiro sinal de esperança surgiu em forma de fumo negro.

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