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OCDE esperava que a troika tivesse facilitado mais os despedimentos em Portugal

Representantes da troika em Portugal

FOTO ALBERTO FRIAS

Apesar do vasto pacote de medidas implementadas para incentivar o emprego e reduzir o fosso entre trabalhadores permanentes e temporários, OCDE considera que poucas alcançaram os efeitos desejados

Durante o período de permanência da “troika” em Portugal, foram implementadas 450 medidas – em média, três por semana. As reformas no que ao mercado de trabalho dizem respeito foram das mais frequentes e dinâmicas, com uma medida a ser implementada a cada mês durante o período em que vigorou o programa de assistência económica e financeira, entre maio de 2011 e o mesmo mês de 2014. São precisamente essas medidas e a sua eficácia que o relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), “Reformas no Mercado Laboral em Portugal 2011-2015”, divulgado esta quinta-feira e encomendado ainda pelo anterior Governo de Pedro Passos Coelho, analisa.

Há conclusões para todos os gostos: entre políticas implementadas que não produziram o resultado esperado e outras que estimularam o emprego, a nota da OCDE parece ficar-se por um “suficiente”. A OCDE considera que “foram um passo na direção certa”, mas alerta que o desemprego continua elevado – sobretudo entre os mais jovens – e o mercado de trabalho permanece altamente segmentado. Um ambiente que tem estimulado o aumento da pobreza e o desemprego de longa duração.

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