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Ministério Público considera que gémeos iraquianos “agiram com intenção de tirar a vida a Rúben Cavaco”

Acabaram-se os argumentos para a diplomacia iraquiana no caso de Ponte de Sor. Investigação do Ministério Público está encerrada. “Haider e Saad Ali agiram com intenção de tirar a vida a Rúben Cavaco”, escreve a Procuradora do caso no auto, a que o Expresso teve acesso. Ainda assim, o Iraque recusa-se a levantar a imunidade diplomática e ordenou ao embaixador que voltasse a casa. E promete fazer o julgamento entreportas

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

As duas dúvidas jurídicas levantadas pela diplomacia iraquiana no caso das agressões ao jovem Rúben Cavaco em Ponte de Sor não parecem ter atrapalhado a investigação do Ministério Público. Dez dias depois do envio da carta de Nazar Al-Khirullah, vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Iraque, ao gabinete de Augusto Santos Silva, em que pedia esclarecimentos sobre o caso, a procuradora Aurora Rodrigues elaborou a conclusão dos autos.

Na carta, a que o Expresso teve acesso, os iraquianos levantaram duas questões: “Ausência de interrogatório aos seis arguidos que iniciaram a agressão aos filhos do embaixador” e a queixa ter sido feita “com base em informações que não tinham sido comprovadas que, ao chegar ao conhecimento do senhor procurador geral português, fez com que a queixa avançasse sem a existência de qualquer base jurídica”.

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