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Terceiro tiro no porta-aviões: Salgado apanhado (também) na Operação Marquês

SUSPEITO. Banqueiro está indiciado por corrupção, abuso de confiança, tráfico de influência, branqueamento e fraude fiscal qualificada

Luís Barra

Ricardo Salgado é agora arguido em três processos judiciais - e pela segunda vez por corrupção. Antigo banqueiro foi interrogado esta quarta-feira pelo procurador Rosário Teixeira e é suspeito de ter corrompido José Sócrates. Ministério Público pediu medida pesada de coação

Rui Gustavo

Rui Gustavo

Editor de Sociedade

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Nos Estados Unidos diz-se que são homens-velcro, figuras públicas a quem todos os escândalos se agarram. O oposto dos homens-teflon, que nenhuma nódoa consegue atingir. Esta imagem é usada para os presidentes do país mais poderoso do mundo (Bill Clinton vs. Obama, por exemplo) e podia ser aplicada a Ricardo Salgado, o homem que chegou a ser o mais poderoso banqueiro do país e é agora presença habitual na sala de interrogatórios do Departamento Central de investigação e Ação Penal (DCIAP). Como suspeito.

Depois de ter sido constituído arguido no caso GES, que investiga o desmoronar do império que liderou durante mais de duas décadas; e no caso Monte Branco, em que é suspeito de ser cliente de uma rede de lavagem de dinheiro; Ricardo Salgado foi ouvido hoje como arguido na Operação Marquês, o caso de corrupção e evasão fiscal que envolve, entre outros, o ex-primeiro-ministro José Sócrates e deverá ter despacho de acusação em março, daqui a pouco mais de um mês. Ou então ter novo adiamento.

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