Siga-nos

Perfil

Expresso

Diário

Antonio Tajani: “Acredito na Europa, mas temos de mudar”

reuters

O novo presidente do Parlamento Europeu tem mais de 20 anos de experiência política europeia, foi braço direito de Berlusconi e é descrito como alguém que “conhece bem” a realidade portuguesa. Durante a Troika chegou a dizer que “só austeridade” não era solução para Portugal. Para a Europa quer “mais democracia”

Raquel Albuquerque

Raquel Albuquerque

em Estrasburgo

Jornalista

Foram precisas mais de doze horas para que Antonio Tajani fosse eleito presidente do Parlamento Europeu na terça-feira. Mas pouco tempo foi preciso para que o italiano do PPE ocupasse o seu lugar no plenário em Estrasburgo onde, na tarde desta quarta-feira, esteve já a gerir debates e votações.

Aos 63 anos, Antonio Tajani foi o candidato escolhido pelo PPE (Partido Popular Europeu), grupo de centro-direita, com o maior número de deputados na instituição e que se aliou aos liberais para conseguir eleger o seu candidato. Essa aliança veio de certa forma substituir o acordo prévio existente há anos com os socialistas (grupo S&D) que desta vez foi quebrado, alterando o rumo da eleição e estendendo a votação a quatro rondas – o que só aconteceu uma vez na história do Parlamento, em 1982.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)

  • Antonio Tajani é o novo presidente do Parlamento Europeu

    Quatro rondas de votações depois, o candidato do PPE vence as eleições para a presidência da instituição europeia com 351 votos, contra os 282 votos do socialista Gianni Pittella. O desentendimento prévio entre o PPE e a S&D deixa esta eleição marcada na história do Parlamento, num dia preenchido por um xadrez de negociações e decisões