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Caso de Ponte de Sor está resolvido “do ponto de vista da política externa”. Mas não na Justiça

Processo ainda longe do fim? Um ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, um embaixador, um procurador da República e um advogado falaram ao Expresso sobre as agressões dos dois filhos do diplomata iraquiano em Lisboa. O assunto não é consensual

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Se estivéssemos a falar de um jogo de computador o gesto de Saad Mohammed Ali em pagar 40 mil euros por danos morais à mãe de Rúben Cavaco, o jovem agredido em Ponte de Sor na madrugada de 17 de agosto, dar-lhe-ia vários créditos. Na vida real, não é muito diferente. O acordo extrajudicial entre o embaixador do Iraque em Lisboa, pai dos dois jovens suspeitos de atacarem o jovem alentejano, “vem alterar os dados do jogo”, defende António Martins da Cruz, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros.

Para o ex-embaixador de Portugal na NATO, “a diplomacia iraquiana demonstrou boa vontade, sem pôr em risco a imunidade diplomática” de Haider e Rhida Ali, os gémeos de 17 anos que estão protegidos pela Convenção de Viena. E considera mesmo que do ponto de vista da política externa “o problema está resolvido”.

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