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‘Brexit’ sem meias-tintas numa dúzia de pontos

EPA/Facundo Arrizabalaga

Primeira-ministra britânica anunciou saída do mercado único e da união aduaneira europeia. O pacto final entre Londres e Bruxelas será objeto de votação parlamentar, mas se os demais países quiserem castigar o Reino Unido, May prefere sair sem qualquer acordo

O Reino Unido vai sair do mercado único e da união aduaneira europeia, anunciou esta manhã a primeira-ministra britânica. Num discurso de 45 minutos proferido em Londres, Theresa May enumerou 12 objetivos para as negociações do “Brexit” e prometeu que o país que vai sair da União Europeia (UE) ficará mais forte, mais justo, mais unido e mais global. O Parlamento terá, garante, a possibilidade de aprovar ou rejeitar o documento final.

Perante diplomatas e jornalistas, na emblemática Lancaster House, mansão oitocentista perto do palácio de Buckingham que é palco de muitos encontros de altos dignitários – foi lá, ironicamente, que Thatcher anunciou a adesão do Reino Unido ao mercado único, em breve desfeita –, May explicou que não quer uma pertença parcial à UE nem pretende copiar modelos existentes para as relações futuras, numa evidente rejeição de hipóteses aventadas desde o referendo de 23 de junho, como seguir o exemplo da Noruega ou do Canadá.

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