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Não há cisão no PSD. Defensores da baixa da TSU obedecem a Passos Coelho

marcos borga

Pedro Roque, secretário-geral dos TSD, considera que PSD não devia opor-se a medida do Governo mas garante que disciplina de voto será cumprida: “Ninguém vai quebrar a solidariedade com a direção do partido”

Helena Pereira

Helena Pereira

Editora de Política

Apesar das divergências sobre a TSU, não haverá cisão no PSD. Os deputados que são a favor da baixa da TSU negociada em concertação social como compensação para o aumento do salário mínimo cumprirão a disciplina de voto quando esta questão for debatida no Parlamento, ou seja, votarão como manda Passos Coelho.

O líder do PSD entende que o seu partido não deve ser uma ajuda para a "geringonça" e que deve ser o PS e os seus parceiros, PCP e BE, a garantirem as condições para se efetivar o acordo conseguido em concertação social.

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