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O dia em que Costa conheceu mais uma prima e teve saudades de sarapatel

OLÁ, COMO VAI? António Costa comprimentando habitantes de Goa após um encontro n Centro de Língua Portuguesa

TIAGO PETINGA/LUSA

Foi uma estreia com cheiro a regresso. Estranho? Não. É António Costa em solo goês

Helena Pereira

Helena Pereira

enviada a Goa (Índia)

Editora de Política

“Boa tarde!”, “Tudo bem?”, “Bye bye”. Perante os acenos das pessoas que se juntaram em frente ao Centro de Língua Portuguesa em Panaji, capital de Goa, António Costa não teve outro remédio senão cumprimentar quem lhe dizia adeus de longe. Foi um percurso curto até ao carro em que o primeiro-ministro quis agradecer o gesto de simpatia, num dia, todo ele, cheio de emoções. Longe de Lisboa e das polémicas da capital, o primeiro-ministro conheceu uma prima em segundo grau, recebeu das mãos da tradutora o livro em língua inglesa do seu pai “Nem flores, nem coroas”, recordou o cheiro dos cigarros Viddis e do picante do sarapatel.

“O meu pai foi estudar para a universidade em Lisboa, em vez de Mumbai, como o meu avô queria. Nesse momento, a língua tornou-se a sua pátria. E ele nunca deixou Goa porque Goa nunca o deixou. Goa está sempre presente nas suas obras”, foi assim que António Costa recordou o pai, Orlando da Costa, goês católico, nascido em Moçambique mas criado em Goa e o motivo pelo qual a Índia o distingue entre todos os chefes de Governo da Europa, pelas suas raízes.

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