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Regulador tem solução para baixar preço dos combustíveis: facilitar acesso aos oleodutos

COMBUSTÍVEIS. As margens cobradas pelas petrolíferas continuam muito elevadas, segundo o Governo

LUÍS BARRA

A margem bruta cobrada pelas petrolíferas na vendas dos combustíveis é muito alta, diz o Governo. A Autoridade da Concorrência recomenda mais acesso às infraestruturas, oleodutos, portos e armazenagem, para baixar preços

Os combustíveis voltam a ser o pomo da discórdia. Mudou o Governo, mas mantêm-se suspeitas de falhas de mercado nas margens de venda da gasolina e do gasóleo. Quem o diz é o próprio Governo, que volta a bater o pé em relação às margens que as petrolíferas ganham a vender combustíveis. As petrolíferas remetem as respostas para a Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (APETRO), mas os seus responsáveis, António Comprido e João Reis, não explicaram ao Expresso se houve algum crescimento excessivo das margens brutas na venda de gasolina e gasóleo.

No anterior Governo, de Passos Coelho, dúvidas semelhantes foram colocadas pelo ministro do Ambiente, Jorge Moreira da Silva, e pelo secretário de Estado da Energia, Artur Trindade. Agora, no Governo de António Costa, o funcionamento do mercado dos combustíveis é questionado pelo secretário de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches. Para esclarecer esta questão, volta a ser pedido um novo estudo à Autoridade da Concorrência (AdC).

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