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O dia em que um roubo foi mais importante que uma violação (e como isso mudou o Reino Unido)

A trágica violação de Jill Saward, quando tinha apenas 21 anos, transformou-a numa reconhecida ativista pelos direitos das vítimas de violência sexual. Jill morreu esta quinta-feira: deixa um legado crucial para tantas mulheres. Para tantos homens. Para todos os que respeitam a vida. E também para os outros

Há 10 anos, Jill Saward explicava ao “The Guardian” que não desejava ficar para a História como a “vítima da violação do vicariato de Healing”. Mas era demasiado tarde, reconhecia ela, sabendo bem a importância da sua tragédia pessoal para tantas vítimas de violência sexual no Reino Unido. “Algo diferente seria agradável. Mas já não vai acontecer.”

Se Jill, que morreu com uns escassos 51 anos após uma hemorragia na zona craniana, pudesse ler esta sexta-feira todos os artigos e obituários que se escrevem sobre ela, todas as palavras de choque e as homenagens que recordam a sua coragem e valentia, teria uma certeza: Jill Saward foi muito mais do que uma trágica história de violação e injustiça – ela foi uma ativista “incansável”, um símbolo para as vítimas de agressões sexuais e um exemplo a seguir para tantas mulheres que passam pelo mesmo terror.

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