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Caso de Ponte de Sor: Bagdade joga às escondidas e Lisboa à apanhada

Iraque voltou a não dar uma resposta direta sobre o caso de Ponte de Sor. Estará apenas a ganhar tempo para negar o levantamento da imunidade diplomática aos dois filhos do embaixador? As dúvidas multiplicam-se, quase cinco meses depois das agressões a Rúben Cavaco

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

Uma noite de copos numa vila alentejana que acabou mal, e que poderia ter terminado ainda pior, transformou-se num braço de ferro internacional que se estende por Lisboa, Bagdade e já passou até por Nova Iorque. E que teima em se prolongar, quase cinco meses depois da rixa entre os dois filhos gémeos do embaixador iraquiano e um rapaz de Ponte de Sor.

Essa noite de 17 de agosto à saída do bar Koppus, que levou Rúben Cavaco em estado grave para o hospital, poderá ter um desfecho semelhante ao de um homicídio cometido em Cascais, no início dos anos 80. A vítima era uma figura da oposição do regime moçambicano e os autores agentes da polícia secreta de Maputo. Os homens, que trabalhavam na embaixada em Lisboa, foram apanhados e Portugal considerou-os persona non grata, expulsando-os do país.

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