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Governo prepara-se para colocar nos quadros pelo menos 2000 professores em situação precária

PROTESTOS A entrada nos quadros de milhares de professores contratados tem sido uma das reivindicações constantes dos sindicatos

TIAGO MIRANDA

Negociações para a vinculação extraordinária prosseguem. Cada cedência do Ministério tem um custo e só o Governo poderá dizer até onde está disposto a ir. Sindicatos exigem mais

Se as propostas do Ministério da Educação (ME) para a vinculação de professores contratados não sofrerem mais nenhuma alteração, mais de dois mil professores deverão entrar para os quadros este ano. A tutela não divulga para já números, mas Arlindo Ferreira, professor e autor do blogue Arlindovsky, especializado em temas de educação e concursos, fez as contas possíveis a partir das listas de colocação dos últimos anos e estimou que pelo menos cerca de 2100 docentes cumprem os requisitos sugeridos pelo ME.

É muito? É pouco? Atendendo ao número de contratados que têm sido chamados, ano após ano, para dar aulas, é manifestamente insuficiente, criticam os sindicatos. Ainda mais quando a fasquia foi elevada pelo próprio Governo, que se comprometeu a iniciar um processo de regularização da situação dos trabalhadores da Administração Pública que asseguram necessidades permanentes dos serviços “sem o adequado vínculo jurídico”.

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