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Garantia do Estado exigida pela Lone Star é obstáculo à venda de Novo Banco

josé carlos carvalho

A Lone Star, cuja proposta de compra do Novo Banco termina na próxima quarta-feira, exigiu uma contragarantia do Estado português que se situa entre os €2 mil milhões e os €2,5 mil milhões. Este é um dos obstáculos à proposta do fundo norte-americano e um dos nós a desatar, já que poderá ser considerado um auxílio de Estado e nesse sentido tem de ser analisado por Bruxelas. O Banco de Portugal corre contra o tempo para cumprir esta semana a venda do herdeiro do antigo BES. A proposta da China Minsheng Group perdeu terreno

Tic-Tac. A venda do Novo Banco está em contagem decrescente. Estão na corrida a China Minsheng Group e os fundos norte-americanos Lone Star e a Appolo/Centerbridge, embora na fase final da corrida a disputa se tenha feita sobretudo entre os dois primeiros. Dia 4 de janeiro, quarta-feira, termina o prazo para a proposta da Lone Star de compra do Novo Banco e até lá o Banco de Portugal terá de dizer se a aceita ou não. Por isso, tem-se admitido que o processo de venda estará encerrado ainda esta semana. Não é certo que assim seja, e o Governo, sabe o Expresso, está inclusive a estudar um plano de não venda.

Não têm sido fáceis, nas últimas semanas, os dias de Sérgio Monteiro e da equipa do Banco de Portugal que está a estudar a venda do Novo Banco. É que as propostas que estão em cima da mesa têm tido alguns nós para desatar e nem sempre foi possível dar a volta.

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