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Cinco sucessos e cinco falhas: Marcelo quer que 2017 desempate o jogo

Marcelo Rebelo de Sousa fez este domingo o seu primeiro discurso de ano novo enquanto Presidente da República

ANTÓNIO COTRIM / LUSA

“Não perder o que foi bom” e “corrigir o que falhou”: é grande o desafio deixado pelo Presidente da República ao primeiro-ministro no arranque de 2017. Será compatível com a “geringonça”?

Um bom critério para perceber se os discursos presidenciais foram confortáveis para quem governa é ver como reage o partido do primeiro-ministro. Desta vez, a reação oficial do Partido Socialista à mensagem de ano novo de Marcelo Rebelo de Sousa foi para disfarçar. Porfírio Silva, dirigente nacional do PS, viu nas palavras de Marcelo a defesa “da continuidade” das políticas do Executivo.

Mas o que o Presidente (discretamente) pediu foi uma rutura: da mera “gestão do imediato” que na sua opinião marcou 2016 para a “concretização de uma estratégia” que o PR espera descortinar em 2017.

No fundo, o que Marcelo Rebelo de Sousa pede a António Costa é um virar de página. Sem perder “o que houve de bom em 2016”, mas sabendo “corrigir o que falhou no ano passado”.

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