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O ano de António Costa em 10 pontos. Quais as razões para sorrir?

O ano político de António Costa e do seu Governo em dez instantâneos que, a posteriori, lhe podem dar razões para sorrir ou... nem por isso. Da aprovação dos orçamentos aos “casos”, passando pela coabitação com Presidente, parceiros parlamentares, oposição e patrões

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

Jornalista da secção Política

Helena Pereira

Helena Pereira

Editora de Política

O ano político que agora termina consolidou uma solução de Governo que há um ano suscitava muito mais dúvidas que certezas. Escolhemos dez momentos essenciais.

Dois orçamentos, check

Um ano, dois orçamentos do Estado. António Costa conseguiu no espaço de poucos meses o acordo do PCP, BE e Os Verdes para o instrumento essencial de governação. Nos dois casos, o mais importante para os parceiros foi a devolução de rendimentos e quase todo o trabalho de negociação foi feito antes da apresentação do Orçamento com cada um dos partidos a fazer a sua lista de ganhos. O momento mais difícil na relação da 'geringonça' não foi, porém, a discussão orçamental (que assentou nas linhas traçadas nos acordos de esquerda). Segundo é mesmo assumido por membros do Governo, foi o caso Banif. Os imprevistos são as maiores dores de cabeça. Nem BE nem PCP concordaram que o Governo injetasse dinheiro no banco e recusaram liminarmente aprovar o Orçamento Retificativo que viria a ser viabilizado graças a Pedro Passos Coelho. É esse o maior obstáculo à 'geringonça': os imprevistos para os quais os acordos assinados em novembro de 2015 nada preveem.

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