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“Salvámos os 2300 postos de trabalho da Groundforce”

FOTO JOÃO CARLOS SANTOS

O Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e dos Aeroportos reconhece que o futuro da empresa de assistência em terra Groundforce foi salvaguardado nas negociações para desconvocar as greves dos aeroportos. Com o fim do contrato com a TAP, que representa cerca de 70% da sua atividade, era impossível manter o número atual de trabalhadores. O Governo negociou uma solução

O futuro dos mais de 2300 trabalhadores da Groundforce esteve em jogo. Essa foi a “bandeira” menos conhecida das greves aeroportuárias que tinham sido agendadas para esta semana. Porquê? Porque seria impossível manter os atuais trabalhadores da Groundforce se o contrato de handling com a TAP - que terminará dentro de pouco meses - não fosse renovado. De todas as questões laborais reivindicadas pelo Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e dos Aeroportos (SITAVA) esta era a que, eventualmente, teria uma solução mais difícil. “Agora temos uma promessa do Governo que garante o futuro da Groundforce, pois quando o Estado tiver a reversão da maioria do capital da TAP, confirmada pelo regulador ANAC, renovará o contrato de handling com a Groundforce”, referiu ao Expresso o dirigente sindical Armando Costa.

Nas negociações mantidas no final da semana passada com o Governo - designadamente, com o secretário de Estado das Infraestruturas, Guilherme d'Oliveira Martins, que tutela diretamente o sector dos aeroportos e da aviação civil - foram dadas garantias aos trabalhadores do handling e da segurança nos aeroportos sobre os problemas que teriam de ser resolvidos, caso contrário seriam mantidas as greves.

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