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O ano dos exames anulados, do fim da prova para professores e dos manuais gratuitos

MARCOS BORGA

Foram várias as mudanças introduzidas pelo ministro da Educação num ano educativo que terminou com boas notícias para o país e um primeiro-ministro a renovar a “paixão” pela Educação

Da avaliação dos alunos ao concurso de professores, dos testes de Inglês de Cambridge aos cursos vocacionais, dos contratos de associação com escolas privadas ao fim do discurso sobre disciplinas fundamentais. Mais ou menos estruturais, mais ou menos simbólicas, foram muitas as mudanças que se sucederam neste primeiro ano de mandato do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, numa clara rotura com as políticas defendidas pelo seu antecessor, Nuno Crato.

Nos primeiros dias do ano civil – no calendário letivo já os alunos tinham iniciado o 2º período – foi anunciada a primeira grande alteração. Ao fim dos exames do 4º ano aprovado antes no Parlamento com os votos de todos os partidos de esquerda, o ministro da Educação acrescentou a extinção das provas finais no 6º ano, pondo fim ao sistema de avaliação externa montado por Nuno Crato. Ambos seriam substituídas por provas de aferição, a realizar a meio dos ciclos (2º, 5º e 8º anos), sem peso na nota final dos alunos e a realizar a diferentes disciplinas - e não exclusivamente a Matemática e a Português.

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