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Esquerda aperta cerco ao financiamento de colégios privados

ESCOLAS Em causa está a existência de “duplicação” no apoio financeiro dado pelo Estado às escolas privadas (aqui em manifestação)

marcos borga

Petição contra excessivo apoio do Estado aos colégios será discutida esta sexta-feira no Parlamento. Fenprof propõe auditoria ao dinheiro concedido aos privados, que chegou aos €451 milhões em 2013-14

Com 71 mil assinaturas, a petição pela defesa da escola pública e contra um excessivo apoio do Estado aos colégios privados vai ser discutida esta sexta-feira no Parlamento. A iniciativa da Fenprof conta com o apoio da esquerda: o PCP considera a petição “justa e necessária”, o Bloco vê nos contratos de associação “uma situação de privilégio” e o PS levanta a possibilidade de parte dos 451 milhões de euros concedidos aos colégios em 2013-14 ter sido “mal utilizado”.

Defendendo que o número de contratos celebrados entre o Estado e os colégios privados é “claramente excessivo” e que há uma “ausência de fiscalização”, a petição defende que só seja dado apoio financeiro aos privados quando “a resposta pública é insuficiente”. Entregue na Assembleia da República em junho deste ano, a petição pede ainda que “não haja duplicação do financiamento” e que os professores do ensino privado, “cujos horários de trabalho são ainda mais sobrecarregados”, tenham as mesmas regras que os do ensino público.

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