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BE e PCP criticam Governo: descida da TSU é “inaceitável”

josé carlos carvalho

Pelo custo que os patrões terão em aumentar o salário mínimo do trabalhadores, o Governo propõe a descida de um ponto percentual na taxa que pagam à Segurança Social. PCP acha “inaceitável”, Bloco defende “não ser razoável”

Tanto o Bloco de Esquerda como o PCP estão contra uma descida da taxa social única para os empregadores, negociada em concertação social como contrapartida para o aumento do Salário Mínimo Nacional (SMN) para 557 euros em janeiro. “Não se deve fazer esse aumento à custa de um desconto na Segurança Social”, sublinhA ao Expresso José Soeiro, deputado do Bloco de Esquerda.

Em causa está a proposta que o Governo entregou aos parceiros sociais com um compromisso de aumento do salário mínimo para 557 euros em janeiro de 2017, podendo depois ser atualizado de seis em seis meses e mantendo o objetivo de chegar aos 600 euros até ao final da legislatura. Em troca desse aumento seria dado aos empregadores um ‘desconto’ de um ponto percentual na taxa social única paga pelos funcionários (de 23,75% para 22,75%) como medida de apoio ao custo que terão de suportar com o aumento.

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