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Se calhar a música funciona assim – é o oposto de um ciclo financeiro

Luna, a bebé de John Legend e da modelo Chrissy Teigen, representa para o cantor a "luz na escuridão" FOTO GETTY

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É difícil imaginar que quem canta os versos apaixonados de “All of Me”, o megassucesso das rádios que já se tornou desde 2013 a quarta canção mais tocada em casamentos, também é capaz de cantar com raiva, com raiva da política que nos governa e com raiva das injustiças e tensões raciais que continuam a fazer-se sentir, perguntando-se: “Quando é que vão reparar nisto?”

Não é mesmo fácil relacionar a voz quente de “Ordinary People”, a canção de amor que percorre todos os concursos de voz dos Estados Unidos e do mundo em infinitas tentativas de comover jurados e espectadores, com a voz revoltada que questiona “de que vale o sonho se o sonhador morrer? E se o mundo depois de ti continuar igual?”.

Pode parecer estranho, mas o John Legend mais conhecido do público, fã das suas baladas infalíveis, possui uma espécie de bónus – em “Darkness and Light”, o seu novo e sexto álbum de estúdio, traz consigo a sua parte mais politizada e atenta, porque como o próprio diz só fazia sentido mostrar “uma pessoa inteira – não apenas a que está apaixonada, mas também o que está a acontecer no mundo”.

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