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Sondagem: Maioria dos portugueses concorda com salários elevados na CGD

RUI DUARTE SILVA

Os portugueses acham muito bem que Paulo Macedo vá ganhar o mesmo que ganharia na banca privada. Entendem que Marcelo está a usar as suas competências na medida certa. E discordam que Passos se candidate a Lisboa

Cristina Figueiredo

Cristina Figueiredo

Jornalista da secção Política

Com a demissão de António Domingues e a contratação de Paulo Macedo para o lugar de presidente da Caixa Geral de Depósitos, a polémica que marcou o banco público nos últimos meses parece ter abrandado. Mas, ainda assim, o Expresso quis saber o que pensam os portugueses sobre o salário de quem está à frente dos destinos da Caixa.

Fizemos a pergunta no barómetro de dezembro da Eurosondagem para o Expresso e SIC e a resposta foi inequívoca: mais de metade dos inquiridos (55,9%) acham que o presidente da CGD deve ganhar o mesmo que um gestor da banca privada, num aparente aval ao salário de 423 mil euros anuais (mais de €30 mil por mês), aos quais é somado um bónus até 50% desse valor, que estava previsto que Domingues fosse auferir e que Macedo “herdou”.

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Ficha técnica

Estudo de opinião efetuado pela Eurosondagem S.A. para o Expresso e SIC, de 7 a 14 de dezembro de 2016. Entrevistas telefónicas, realizadas por entrevistadores selecionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região: Norte (20,2%) — A.M. do Porto (13,6%); Centro (29,9%) — A.M. de Lisboa (26,4%) e Sul (9,9%), num total de 1016 entrevistas validadas. Foram efetuadas 1168 tentativas de entrevistas e, destas, 152 (13%) não aceitaram colaborar neste estudo. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e o entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo, e desta forma resultou, em termos de sexo: feminino — 51,2%; masculino — 48,8% e no que concerne à faixa etária dos 18 aos 30 anos — 17,7%; dos 31 aos 59 — 50,7%; com 60 anos ou mais — 31,6%. O erro máximo da amostra é de 3,07%, para um grau de probabilidade de 95%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.