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Portugal é dos países da OCDE onde mais caiu o fosso salarial entre muito ricos e muito pobres

ana baião

Aumento do salário mínimo tem sido fundamental no combate às desigualdades, aponta a Organização Internacional do Trabalho, no dia em que foi chumbada a proposta do PCP de subida para os €600 em 2017

Portugal tem registado na última década uma das maiores diminuições nas disparidades salariais entre os 35 países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico), aponta o “Global Wage Report”, relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre a evolução dos salários reais no mundo e que acaba de ser publicado.

Os investigadores analisaram o rácio de rendimentos “D9/D1”, que mede a distância entre os salários auferidos pelos 10% de trabalhadores mais mal pagos e os salários pagos aos 10% de trabalhadores mais bem pagos. Enquanto em países como Irlanda, Noruega, Coreia do Sul e Estados Unidos viram o fosso alargar-se entre os salários mais baixos e mais altos, de acordo com o relatório, Portugal representa o outro lado da medalha, afirmando-se como um dos países onde os extremos da escala salarial mais se aproximaram.

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