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Risco de pobreza diminuiu, mas 1 em cada 5 não tem dinheiro para manter a casa aquecida

josé carlos carvalho

2015 foi o primeiro ano sem troika. E se os menores de 18 anos sentiram melhorias nas condições de vida, já os idosos ficaram pior. Este é retrato da pobreza em Portugal, de acordo com o inquérito do INE às condições de vida e rendimento

O fim do doloroso programa de austeridade imposto a Portugal chegou ao fim em maio de 2014. Até aí, e durante quatro anos, os portugueses viram salários congelados, subsídios eliminados, abonos de família retirados e pensões reduzidas, o que aumentou os níveis de pobreza entre a população. De acordo com os resultados o inquérito às condições de vida e rendimento publicados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística, o risco de pobreza reduziu-se em 0,5 pontos percentuais após a saída da troika, situando-se ainda assim nuns altos 19%.

Para o INE, é pobre quem aufere um rendimento monetário líquido anual por adulto inferior a €5.268 mensais. Este limiar, a chamada “linha de pobreza relativa”, “corresponde a 60% da mediana (€8.780) da distribuição dos rendimentos monetários líquidos equivalentes”. Os dados deste novo inquérito foram recolhidos em 2015.

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