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Há três presos políticos portugueses na Venezuela acusados de “atos terroristas”

reuters

Pressão. Eurodeputado socialista Francisco Assis escreveu ao presidente do Parlamento Europeu, Martin Schultz, exigindo a intervenção da UE. Agora Schultz pediu à vice-presidente da Comissão Europeia, Federica Mogherini, para intervir

Helena Pereira

Helena Pereira

Editora de Política

Juan Miguel de Sousa, 52 anos, nasceu na Venezuela, filho de pais portugueses. É um dos 13 “presos políticos” de países da União Europeia (UE) que motivou a carta que o presidente do Parlamento Europeu, Martin Schultz, enviou esta quarta-feira à vice-presidente da Comissão Europeia, Federica Mogherini, pedindo a rápida intervenção dos serviços da UE em Caracas, depois da denúncia feita pelo eurodeputado do PS Francisco Assis. Schultz quer que “os presos sejam autorizados a receber visitas de familiares e médicos, e tenham direito a apoio legal e assistência médica”.

Num ofício enviado a Schultz, o eurodeputado Francisco Assis denuncia o facto de o luso-descendente Juan Miguel ter chegado a estar detido numa “prisão subterrânea de Caracas conhecida como “La Tumba”, sem arejamento e luz naturais, sofrendo de graves problemas de saúde”. No ofício que enviou a Martin Schultz a 21 de novembro, Assis pede a intervenção das autoridades europeias, denunciando a violação dos direitos dos presos.

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