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A prequela que George Lucas não soube fazer

O primeiro de uma série de títulos criados em paralelo à saga central de “Star Wars” revela um dos melhores filmes entre os oito já criados em torno do universo imaginado em finais dos anos 70 por George Lucas. “Rogue One” é, de certa forma, a grande prequela de “A Guerra das Estrelas” que a segunda trilogia não conseguiu nunca materializar. Chegou aos cinemas portugueses esta quinta-feira

É no mínimo um desafio a ideia de contar uma história da qual há muito conhecemos o fim e que tenha de cumprir a obrigação de manter o espectador agarrado ao ecrã até que esse desfecho eventualmente esperado se concretize. De certa forma, o final do episódio III de “Star Wars” (que se estreou em 2005 com o título “A Vingança dos Sith”) procurava já atar os nós entre as linhas narrativas da segunda trilogia, apresentada depois de 1999, e a que originalmente tinha surgido nos ecrãs entre 1977 e 1983.

Fazia-o contudo com uma dose enfarta-brutos de efeitos visuais digitalmente criados e uma dieta anorética de ideias narrativas, como de resto sucedeu com todos os três episódios pelos quais George Lucas tinha revelado como surgira o império, a génese de Darth Vader, o passado do mestre Yoda ou o que fizera Obi Wan Kenobi antes de se fechar como ermita entre as areias de Tatooine onde Luke Skywalker o encontrara no filme que laçara toda esta saga.

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