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“Sou o único que apresentou as contas do assalto ao banco da Figueira até ao último centavo”

A 17 de maio de 1967 a agência do Banco de Portugal na Figueira da Foz era assaltada, por revolucionários que lutavam contra o Estado Novo. Hermínio da Palma Inácio foi um dos principais envolvidos. Esta quarta-feira Luís Vaz lança um livro que conta esse episódio da História de Portugal e revela pela primeira vez o destino do dinheiro roubado

CONFISCO. Os golpistas dizem que o dinheiro foi usado para fazer a revolução

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ARQUIVO “A CAPITAL”

Porquê quatro livros sobre Palma Inácio?
Foi um juramento que fiz a mim a próprio no dia em que o Palma faleceu. Entendi que os quatro grandes acontecimentos em que ele esteve envolvido eram História contemporânea sem a qual as gerações vindouras não perceberiam a História portuguesa. Por isso comecei por escrever um primeiro volume, acerca do “Golpe dos Generais (1947)” . Depois escrevi sobre o “Desvio do avião (1961)”. Fiz agora o “Assalto à dependência do banco de Portugal na Figueira da Foz (1967).” E agora já estou a trabalhar na LUAR [Liga de Unidade e Ação Revolucionária], na história que diz respeito à organização. E, assim, encerro o compromisso que fiz a mim próprio.

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