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“Projetámos um centro pós-catástrofe que pode ser montado pela população”

VENCEDORES Cláudia Franco e Frederico Martinho, vencedores do concurso “C.A.S.A. (Centro de Apoio Social e Administrativo) em cenário pós-catástrofe”

d.r.

O concurso da Área Metropolitana de Lisboa (AML) e da Ordem dos Arquitetos, a que concorreram 15 projetos, convidava os arquitetos a darem uma resposta, num cenário de pós-catástrofe na AML (sismo, inundações, etc.), “às condições de crescente vulnerabilidade social e física que conduzem, numa perspetiva global, à necessidade de pensar a emergência e soluções arquitetónicas de apoio às comunidades afetadas”

Virgílio Azevedo

Virgílio Azevedo

Redator Principal

Uma ideia original, “com grande versatilidade para as colinas e os possíveis condicionamentos topográficos, e processo de montagem pouco complexo e acessível a mão-de-obra não especializada”. É assim que o júri do concurso “C.A.S.A. (Centro de Apoio Social e Administrativo) em cenário pós-catástrofe” justifica a escolha do projeto vencedor dos arquitetos Frederico Martinho e Cláudia Franco.

A iniciativa da Área Metropolitana de Lisboa (AML) e da Ordem dos Arquitetos, a que concorreram 15 projetos, convidava os arquitetos a darem uma resposta, num cenário de pós-catástrofe na AML (sismo, inundações, etc.), “às condições de crescente vulnerabilidade social e física que conduzem, numa perspetiva global, à necessidade de pensar a emergência e soluções arquitetónicas de apoio às comunidades afetadas”.

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