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Os segredos do Pessoa

JÚRI DE 1996. Mário Soares, Maria de Sousa e Pinto Balsemão (sentados); Alexandre Pomar (à esquerda, de pé, cortado), Carlos Coelho, Norton de Matos (ambos da Unisys), José Mattoso e António Alçada Baptista. O júri reúne-se sempre no Palácio de Seteais, em Sintra

FOTO RUI OCHÔA

Há 28 anos que o segredo é a alma do Prémio Pessoa, escolhido por um júri e num processo em que não há fugas de informação até ao fim. Um ponto de honra para o júri, que não quer que haja vencidos. Na altura em que está prestes a ser escolhido o vencedor deste ano - cujo nome será conhecido nesta sexta-feira -, reproduzimos o artigo sobre os bastidores deste prémio publicado originalmente no extinto caderno Atual do Expresso de 5 de janeiro de 2013

Há um pacto de silêncio que envolve o Prémio Pessoa. Ninguém fala dos nomes que entram em competição, dos que ficam pelo caminho, dos eternos candidatos. Só se fala de quem ganha. Há segredos que ficam preservados entre as paredes do Palácio de Seteais - local em Sintra onde desde sempre o Prémio se cozinha e se decide.

As regras não são para quebrar, e o nome do vencedor é guardado a sete chaves para ser revelado - sempre numa sexta-feira à mesma hora - por Francisco Pinto Balsemão.

Num país em que o segredo de Justiça é quebrado a todos os minutos, em que tudo se diz e se conta, esta é uma das coroas de glória do Prémio que, há 25 anos, foi criado com a chancela do Expresso.

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