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Draghi pode reforçar compra de dívida em reunião mais esperada do ano

ESTÍMULO. O presidente do BCE já carregou no acelerador várias vezes e deve voltar a fazê-lo esta quinta-feira em Frankfurt

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O Banco Central Europeu tem esta quinta-feira a última reunião do ano e é das mais importantes. Todos apostam que irá ser estendido o programa de estímulos. Os mercados estão confiantes mas há vários pontos para esclarecer. Perceba o que está em causa e que medidas concretas podem ser anunciadas

Os últimos são os primeiros, já diz o povo. A reunião desta quinta-feira do Banco Central Europeu (BCE) é a última do ano mas pode ser a primeira de uma nova fase. Uma fase em que Mário Draghi e os seus colegas do Conselho do BCE reconhecem que a dose não está a ser suficiente e que é preciso voltar a carregar no acelerador. Há muito que isso parece inevitável. Há muito que várias vozes se ouvem a avisar que é indispensável. Há (mesmo) muito tempo que a economia da zona euro está a tentar, sem sucesso, sair da crise.

Na cabeça dos investidores, a confiança de que Draghi vai mesmo reforçar a dose é muita. Os juros da dívida pública na zona euro estão a descer e, no caso português, as taxas das obrigações a 10 anos estão no mínimo de três semanas. Esta quarta-feira, aproximaram-se dos 3,5%. No início da semana estavam acima de 3,8%.

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  • Na véspera da reunião do BCE, os juros dos periféricos do euro prosseguem a trajetória de descida. A exceção é a Grécia. A maior descida no prémio de risco em relação ao final de novembro regista-se para Portugal

  • Draghi deu uma ajuda ao leilão de dívida portuguesa

    Juros da dívida estão a descer desde segunda-feira depois de o presidente do Banco Central Europeu garantir que os estímulos monetários estão de pedra e cal. Risco de bancarrota está longe dos picos que atingiu aquando do Brexit ou do Grexit. IGCP (Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública) regressa esta quarta-feira ao mercado para o último leilão português do ano