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O homem que nunca falha uma missão

alberto frias

“Um economista que seja apenas economista será sempre um pobre economista.” Nicolau Santos, diretor-adjunto do Expresso, sustenta por que motivo não é esse o caso de Paulo Macedo, escolhido pelo Governo para liderar a Caixa Geral de Depósitos

Nicolau Santos

Nicolau Santos

Diretor-Adjunto

Qualquer que seja a análise que se faça sobre o percurso profissional de Paulo Macedo, chega-se sempre à mesma conclusão: por onde passou desempenhou as funções em que esteve investido de forma eficaz, competente, com equilíbrio e bom senso, obtendo sucessivos resultados positivos e conseguindo mobilizar as equipas. É, sem dúvida, um dos grandes gestores portugueses. Por isso, a sua escolha para presidir à Caixa é a garantia de que, ao fim de vários anos a penar, o banco público vai finalmente sair dos holofotes da imprensa pelos maus motivos e virar-se definitivamente para um futuro bem melhor. Mais uma vez, Paulo Macedo não falhará na missão que lhe foi confiada.

O que recomenda Paulo Macedo para presidir à Caixa? Primeiro, tem uma longa e bem-sucedida carreira na banca, tendo chegado a vice-presidente do BCP (embora na administração de Carlos Santos Ferreira e Armando Vara – e talvez seja esse o único pecadilho no seu trajecto profissional). Depois, porque conhece profundamente os problemas do sector financeiro português e tudo o que de mal pode acontecer – viveu os anos de brasa no BCP, aquando da luta pelo poder entre Jardim Gonçalves e os apoiantes de Paulo Teixeira Pinto – e não é um desconhecido nos corredores de Bruxelas e Frankfurt.

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