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Opções erradas e trágicas podem ter levado à queda de avião na Colômbia

epa

Escolha por frete mais barato e de aeronave de alcance inadequado surgem como fatores potencializadores do acidente

Plínio Fraga, correspondente no Brasil

Por trás da tragédia, tudo indica está o dinheiro. Erros sobre onde economizá-lo e como minimizar os gastos para maximizar os lucros resultaram em opções equivocadas e trágicas, que levaram à queda do avião que matou 71 pessoas ao cair esta terça-feira na Colômbia.

Tudo começou com a decisão da direção da Chapecoense de fretar um avião da companhia boliviana Lamia para ir de Chapecó, no oeste de Santa Catarina, a Medellín, na Colômbia, a 7 mil quilómetros de distância.

A lei brasileira exige que, em tais casos, a aeronave deve ser nacional ou do país de chegada do voo, no caso a Colômbia. Com uma oferta de preço vantajosa da empresa boliviana Lamia, o Chapecoense optou por embarcar o time em voos comerciais normais, primeiro para São Paulo e de lá para Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, onde finalmente embarcariam no voo fretado que desejava. Aqui se cometeu o erro de procurar economizar onde não se devia.

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