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Depois do Orçamento, os 7 desafios para Costa

TENSÃO. António Costa, ladeado por Pedro Nuno Santos e Augusto Santos Silva

marcos borga

Virada a página da aprovação do Orçamento do Estado para 2017, o Governo prepara-se para mergulhar a fundo noutros dossiês. A Caixa Geral de Depósitos vai manter-se na agenda, mas há outras dores de cabeça pela frente

Helena Pereira

Helena Pereira

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Editora de Política

Que futuro para a Caixa Geral de Depósitos?
Como era expectável, o debate final que antecedeu a votação - e aprovação - do Orçamento do Estado para 2017 voltou a ter na Caixa Geral de Depósitos um dos temas centrais nos ataques e contra-ataques entre direita e esquerda. Mas à saída do plenário, quando falou aos jornalistas para se congratular pela aprovação do OE, Costa não abordou o assunto e fugiu a eventuais questões dos jornalistas sobre o dossiê de gestão mais difícil para o Governo no seu primeiro ano.

Depois da demissão de António Domingues, Costa apressou-se a garantir que o seu sucessor será conhecido ainda esta semana. Mas é seguro que, seja qual for a escolha, as ondas de choque deste processo irão ainda fazer-se sentir nos próximos meses. Porque existem ainda movimentações no Parlamento para forçar a redução dos salários dos gestores da CGD (uma intenção que une as bancadas à esquerda e à direita do PS) e uma Comissão Parlamentar de Inquérito ao processo de recapitalização do banco público (à qual o PSD não descarta chamar António Costa). Por último, mas não menos importante, existe ainda a recapitalização propriamente dita por fazer - no valor de 2,7 mil milhões de euros -, que estava prevista para 2016, mas foi adiada entretanto para o próximo ano.

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