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Banco Central Europeu e Bruxelas atentos à situação da Caixa

A Comissária Europeia da Concorrência espera que a nova administração aceite o plano de Domingues. Em Frankfurt, o BCE tem de aprovar novos administradores

DR

Autoridades europeias seguem com atenção o dossiê e esperam que a polémica deixe de vez a Caixa para que o banco público não fique fragilizado

A demissão de António Domingues da Caixa Geral de Depósitos (CGD), juntamente com mais outros seis administradores, e o adiamento da recapitalização do banco público foram recebidos com alguma preocupação pelas autoridades europeias, que estão a seguir atentamente o dossiê. Para Bruxelas, o mais importante agora é que o nome escolhido para suceder a António Domingues seja alguém que concorde com o plano industrial que foi desenhado para o banco público.

Quer o Banco Central Europeu (BCE), que supervisiona os maiores bancos da zona euro, quer a Direção-Geral da Concorrência da Comissão Europeia (DG Comp), que aprova a recapitalização dos bancos e determina se são ou não consideradas ajuda pública, estão apreensivos com os últimos acontecimentos que levaram ao adiamento da recapitalização e à mais recente decisão do presidente da Caixa, apurou o Expresso. Mas do lado da Comissão Europeia e da DG Comp a mensagem que passa é a de que cabe ao Governo português assegurar que tudo decorre com normalidade e que a nova administração é credível e está disponível para implementar o plano industrial já negociado.

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