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Presidente do CCB: “Não estou aqui para alimentar fricções antigas”

MUDANÇA. Elísio Summavielle quer finalmente construir os módulos que faltam do complexo CCB

d.r.

No meio da assinatura do acordo entre Berardo e o Estado, passou despercebido que o CCB fez, esta semana, a primeira conferência de imprensa em três anos. A cara dessa mudança é Elísio Summavielle, presidente do conselho de administração da Fundação CCB desde março, que também promete distender a relação até agora conflituosa entre o organismo que gere e o Museu Berardo

Elísio Summavielle chegou ao CCB a 15 de março de 2016 — há escassos oito meses. Aterrou no rescaldo da polémica demissão do seu antecessor, António Lamas, e rapidamente foi chamado a inverter o sentido de marcha. Opôs-se ao eixo Belém-Ajuda, preside a uma equipa administrativa em que Isabel Cordeiro e Luísa Taveira são vogais e agora parece ser o homem que vai fazer com que a Fundação Berardo e a Fundação CCB finalmente entrem numa fase dialogante.

Summavielle, que esteve anos ligado ao sector do património e foi Secretário de Estado da Cultura no segundo governo de José Sócrates, quer ser, também, o administrador capaz de concretizar a construção dos módulos IV e V do CCB, previstos no projeto inicial do arquiteto Vittorio Gregotti. E as obras têm data: 2018.

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