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Metade dos oncologistas admitem que há racionamentos nos tratamentos inovadores

reuters

Inquérito da Deco revela que o cancro avançado continua a ser combatido pelo método clássico de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia. Quase metade dos oncologistas admitem que há racionamentos

É um indicador que confirma uma ideia generalizada: “Os tratamentos inovadores ainda chegam apenas a uma minoria”, permite concluir um inquérito da associação Deco. Segundo os autores, “em causa estão fármacos que podem alcançar dezenas de milhar de euros por ciclo de tratamento e que, assim, pressionam o orçamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”.

No documento, a que o Expresso teve acesso, é referido que “apenas 5% dos pacientes em fase avançada acederam a tratamentos inovadores: participaram em ensaios clínicos ou receberam terapia de alvo molecular (medicamentos que atuam num alvo concreto do tumor) ou imunoterapia (manipulação de células do próprio doente)”. Por outras palavras, “o mais frequente continua a ser o triângulo com vértices na quimioterapia, na cirurgia e na radioterapia”.

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