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Juncker com K de Keynes?

ESTÍMULO. O presidente da Comissão Europeia entrou em delírio, como acusam os alemães, ou terá chegado atrasado a apagar o incêndio provocado pela austeridade dos últimos cinco anos?

reuters

Comissão Europeia defende uma política orçamental mais intervencionista para acelerar o crescimento na zona euro. A Alemanha, com as orelhas a arder, recusa recomendação de Bruxelas e na imprensa germânica até se fala em “delírio”

Um dos impactos políticos imediatos da vitória de Trump nas eleições presidenciais norte-americanas de 8 de novembro sentiu-se deste lado do Atlântico Norte em menos de uma semana. A Comissão Europeia, no seu comunicado da passada quarta-feira, mudou de orientação estratégica em matéria de política económica. Uma urgência que nasce das “circunstâncias presentes”, uma expressão que se pode encontrar espalhada pelo comunicado.

Bruxelas mudou a sua “orientação orçamental”. Considera agora indispensável uma expansão orçamental em 2017 equivalente a 0,5% do PIB da zona euro. Uma injeção de mais de 500 mil milhões de euros no próximo ano por via da ação governamental que se deverá adicionar aos estímulos da política monetária do Banco Central Europeu. Alguns analistas consideraram um avanço tímido.

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