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Até fritam croquetes para angariar milhões (e esta sexta-feira há nova prova)

Entre 1984 e 1987, realizaram-se quatro edições do Bazar Diplomático no local Castelo de S. Jorge, o local mais simbólico de Lisboa

ARQUIVO A CAPITAL/IP

As mulheres dos diplomatas não gostam de ser descritas como as “senhoras que andam de croquete na mão de receção em receção”. Nesta altura do ano, arregaçam as mangas, empurram caixotes, e põem de pé o Bazar Diplomático, uma venda de Natal que nos últimos 32 anos entregou muitos milhões de euros a instituições sociais. Esta sexta e sábado, no Centro de Congressos de Lisboa, há produtos e comidas dos quatro cantos do mundo

Para muitos, a palavra bazar cheira a viagem. Para outros, é apenas um dos 18.073 arabismos presentes na língua portuguesa, que utilizamos para designar um mercado público, onde se vende de tudo, das quinquilharias às especiarias, e que pode ter fins beneficentes.

Nada melhor do que uma mistura exótica de quinquilharias com peças de qualidade, condimentada pelos temperos de várias culturas para batizar o Bazar Diplomático. Desde 1983 que esta venda se realiza todos os anos no fim de novembro, com o objetivo de angariar fundos para causas sociais, e que tem contado com o alto patrocínio da mulher do Presidente da República em exercício. Este ano, com um PR não casado, é o próprio Marcelo Rebelo de Sousa quem chamou a si a promoção da feira, que decorre esta sexta e sábado no Centro de Congressos de Lisboa.

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