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“O humor é baralhar e fazer cócegas”

marcos borga

Tinha quatro anos quando assistia a todas as peças do Teatro Infantil de Lisboa e insistia, apesar de ser “muito tímida”, em cumprimentar os atores e agradecer aquele momento de partilha, mas foi preciso deixar passar mais de duas décadas para deixar a Terapia Ocupacional e perceber que a paixão tinha ficado lá atrás, nos palcos que frequentava em criança. Foram cinco anos intensos de teatro, cinema e televisão – agora chega às nossas casas na RTP1, mas também nas redes sociais, onde os sketches do programa “Donos Disto Tudo”, onde imita fielmente figuras como Ana Malhoa ou Cristina Ferreira, se tornam virais

Mariana Lima Cunha

entrevista

Jornalista

Estivemos à conversa com Joana Pais de Brito para falar de passado, futuro e humor – o humor que tem de “tirar o chão, baralhar e fazer cócegas” (pelo meio, descobrimos que o sketch preferido da atriz envolve pouca caracterização e até tem a ver com jornalismo)

Como é que a Joana chega à representação? Foi sempre um sonho?
Em pequena, eu queria ser o que as crianças querem ser: veterinária, inspetora da Polícia Judiciária… Acho que sempre quis mas não sabia. Mas divertia-me muito a criar pequenas personagens e enredos. Partindo do princípio que o que nós gostamos de fazer é a nossa profissão ideal, a representação era um sonho.

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