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Crescimento da economia obriga PSD a afinar discurso “do diabo”

RUI DUARTE SILVA

PSD reconhece boas notícias, mas continua a olhar para o copo meio vazio. Crescimento económico dificulta o discurso social-democrata, admitem no partido, reconhecendo que foi o PSD quem mais puxou as expectativas para baixo

Filipe Santos Costa

Filipe Santos Costa

Jornalista da secção Política

Pedro Passos Coelho saudou esta quarta-feira o facto do Orçamento do Estado para 2016 ter recebido luz verde de Bruxelas, apesar dos reparos de que foi alvo. “O importante é que o projeto de orçamento não tivesse sido rejeitado, como poderia ter chegado a acontecer”, afirmou o presidente social-democrata, concluindo que "não é do lado da Comissão Europeia que haverá dificuldades para que o país possa ter o seu orçamento aprovado.”

Este foi o lado do copo meio cheio na mensagem de Passos. Seguiu-se o copo meio vazio: “a Comissão chama atenção para alguns riscos que são efetivos”, tal como “o conselho de finanças públicas e a UTAO já tinham chamado atenção”, frisou Passos. E, se o défice para este ano parece garantido abaixo dos 2,5%, sobretudo depois dos dados de ontem do INE sobre o crescimento de 1,6% no terceiro trimestre, Passos fez questão de lembrar que há “outros aspetos relevantes”, para além da redução do défice, “que têm que ver com as opções que queremos fazer para atingir essas metas”.

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