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Portugal, a economia mais rápida da moeda única

ACELERAÇÃO. As exportações, com uma ajuda do consumo, foram um dos segredos para o andamento do PIB entre julho e setembro. Ministro das Finanças tem razões para sorrir

Economia acelera no terceiro trimestre e consegue o crescimento em cadeia maior da zona euro. O PIB cresceu 0,8% em cadeia e 1,6% em termos homólogos. Meta do Governo de 1,2% para final do ano mais perto de ser ultrapassada

No futebol há jogadores e treinadores que passam de “bestiais a bestas” em instantes. Nos indicadores económicos o ritmo não é tão frenético mas nem por isso as opiniões não deixam de ser (bastante) voláteis. Há poucos dias, no debate do Orçamento, ainda se discutia porque é que a economia não crescia – acusava a Oposição – e as razões do alegado falhanço do modelo do Governo. O ministro das Finanças tentava contrapor mas os números não ajudavam muito: a economia desacelerou em termos homólogos deste o terceiro trimestre do ano passado e, no ritmo trimestral, tem oscilado entre 0,2% e 0,3% na primeira metade do ano. Pior, tem havido sucessivas revisões em baixa das projeções para conjunto do ano, incluindo o governo que, no Orçamento do Estado para 2017, cortou a estimativa de 1,8% para 1,2%.

Mas eis que surgem os dados do INE para o terceiro trimestre, hoje divulgados, que vem baralhar novamente as contas. A economia acelerou – em cadeia e em variação homóloga – e até se destacou entre os seus pares da zona euro. E mais: volta ser possível e até provável que o PIB possa bater a fasquia dos 1,2% inscritos pelo governo no Orçamento e, para isso, basta ficar ‘quieto’.

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