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Marcelo força acordo, parceiros marcam distâncias

CONCERTAÇÃO. Correia de Campos estreia-se em audiência com Marcelo como novo presidente do CES

O Presidente da República não tem dúvidas: porque “vivemos um tempo singular” é preciso reforçar a Concertação. Mas sindicatos e patrões têm dúvidas e aproveitam a ida a Belém para vincar posições

O Presidente da República decidiu chamar a si o dossiê da concertação social e dedicou todo o dia de hoje a receber os parceiros. Marcelo Rebelo de Sousa sonha com um entendimento alargado que dê corpo à sua promessa eleitoral de “ajudar a fazer pontes” e quer aproveitar o clima contrário a crispação que tem marcado a legislatura da “geringonça” - com pouquíssimas greves e manifs - para forçar um acordo social de médio prazo, desejavelmente para além do fim da legislatura.

“Era bom que houvesse em Portugal um acordo, por exemplo, até 2020, isto é, para além do termo da legislatura. Vamos ver se é possível”, afirmou o Presidente, terça-feira passada, em Viseu. Na altura, Marcelo concretizou uma prioridade: evitar que o aumento do salário mínimo ocorra por decisão unilateral do Governo. “É uma preocupação que eu tenho, a questão do salário mínimo, que deveria fazer parte de um pacote de um acordo de concertação social”, afirmou.

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