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Os mercados aos ‘trumpeções’

REAJUSTE. Investidores compram ações de bancos e vendem títulos de renováveis e obrigações soberanas de longo prazo

Os investidores ajustaram as suas carteiras de investimentos ao novo mundo criado com a eleição de Trump para a presidência dos EUA. Do novo máximo de sempre no índice bolsista Dow Jones ao banho de sangue no mercado de dívida soberana e nos mercados emergentes, certo é que uma nova era chegou

“Maior incerteza e um prémio de risco mais elevado”. É uma das verdades nos mercados no início desta nova era Trump, diz Scott Mather, responsável de investimento nos EUA da gestora de ativos PIMCO. De resto, é incerto o que o novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai de facto colocar em prática da sua radical agenda apresentada durante a campanha para as presidenciais. “A volatilidade deverá permanecer elevada face aos níveis recentes”. Esta é outra certeza, aponta o mesmo especialista.

Para já, no balanço dos primeiros dias da era 'T', já se encontram vencedores e perdedores. O índice bolsista norte-americano Dow Jones atingiu esta quinta-feira o máximo de sempre. O S&P 500 aproximou-se do máximo histórico. Na Europa, as ações somam 0,6% desde que foi conhecida a vitória de Trump. Entre as empresas beneficiadas estão as do setor financeiro. Na Europa, a banca ganha 3,55% desde as eleições nos EUA. Também o dólar valorizou e continuar a somar.

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