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Como captar milhões e não acabar a chorar

Paddy Cosgrave, mentor da Web Summit.

José Caria

Na web summit chegou a hora do log-off, do standby ou hibernate. Para a Kubo Robot é a hora do kickoff – ou não tivesse sido esta startup escandinava a ganhar o prémio da competição de startups no maior evento de empreendedorismo da Europa. Gary Vaynerchuck não deixou ninguém chorar. Nem mesmo quando chegou a hora de Cosgrave dizer bye bye

Empreendedores de todo o mundo: não tenham medo do papá, da mamã, dos manos, dos amigos e muito menos dos desconhecidos. «Se forem mesmo bons, nem o Donald Trump, nem os russos os vão parar». Palavra de Gary Vaynerchuck, o personal coach, a rock star, o especialista em marketing e provavelmente o ídolo de boa parte da plateia de empreendedores e afins que saltam de rompante com aplausos, gritos e câmaras prontas a disparar no final daquela que terá sido a palestra com mais palavras feias começadas em f… e s… que alguma vez foi feita na língua de Shakespeare – e que insuflou os egos de investidores e empreendedores no último dia da Web Summit, esta sexta-feira.

A Kubo Robot, o negócio engendrado na Dinamarca que arrecadou 100 mil euros do prémio entregue à vencedora do concurso de startups da Web Summit, também tem tudo para superar os caprichos de alguns dos senhores do mundo. Mas para isso terá de conseguir satisfazer os sonhos dos mais pequenos: a jovem empresa sedeada em Odense conseguiu distinguir-se das outras 199 concorrentes com um kit robótico que potencia a programação dentro de creches e escolas do ensino primário. Um robô que interpreta vinhetas com símbolos e etiquetas de radiofrequências é a peça principal deste kit, que também vai ser adaptado para o ensino de inglês e matemática.

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