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Irá Trump mandar prender Clinton?

AÇÃO JUDICIAL. Donald Trump prometeu a Hillary Clinton num debate que irá instruir um procurador para a investigar

MIKE SEGAR / REUTERS

Uma intervenção tão direta de um Presidente no sistema judicial é altamente improvável e seria algo nunca visto na política norte-americana. No entanto, a influência de Donald Trump no sistema judicial pode ser decisiva − sobretudo num órgão chamado Supremo Tribunal

Cátia Bruno

Cátia Bruno

Jornalista

“Se eu ganhar, vou instruir o meu procurador-geral que arranje um procurador especial para avaliar o seu caso.” Foi há precisamente um mês, nem um dia a mais nem a menos, que esta frase foi proferida. Estávamos num dos debates presidenciais entre Donald Trump e Hillary Clinton quando o candidato republicano fez esta ameaça à ex-senadora, referindo-se ao uso indevido de um email em servidor privado que Clinton fez durante o seu mandato como secretária de Estado.

A ameaça era a concretização de um pedido que os apoiantes de Trump não se têm cansado de repetir: “Lock her up, lock her up!” (“prendam-na!”) foi o grito que ecoou repetidamente nos comícios do magnata, com especial ressonância na convenção do Partido Republicano em Cleveland.

Um mês volvido, já é certo que Donald Trump será o próximo Presidente norte-americano, o que levanta inevitavelmente a questão: até que ponto pode Trump agir sobre a sua promessa de acusar criminalmente Clinton?

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