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Até onde vai o poder de Trump numa América republicana

CERIMÓNIA. O (ainda) Presidente Barack Obama no final do discurso anual do Estado da Nação, no Congresso, Washington

JONATHAN ERNST / REUTERS

Os republicanos saíram das eleições desta terça-feira com o poder confirmado em toda a frente, com o controlo do ramo legislativo e executivo: a presidência e o Congresso. A sustentá-los está o número recorde obtido de mandatos de governadores e câmaras estaduais

Cristina Peres

Cristina Peres

Jornalista de Internacional

A vitória que Donald Trump alcançou nesta madrugada colocou os republicanos à beira de “agarrar o cálice sagrado da governação”. Entre aspas cita-se o título usado pelo “Washington Post” há algumas horas para explicar como é que o GOP (acrónimo de Grand Old Party) está à beira de ter o pleno da governação, uma coisa praticamente impossível de alcançar na política moderna e que se descreve brevemente deste modo: o controlo dos três órgãos de soberania.

Na votação da noite passada, Donald Trump ganhou a Casa Branca e o Partido Republicano manteve a maioria na Câmara dos Representantes (o que não seria surpreendente, mas ainda assim motivo de celebração), e no Senado. Além disto, o GOP obteve o recorde absoluto de mandatos de governadores desde 1922 ao passar de 31 para 33 estados, como esclarece o Centro para a Integridade Pública, uma empresa mediática sem fins lucrativos de Washington.

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