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Esquema de corrupção “muito sofisticado” durava “há vários anos”

CONTAS. A Força Aérea estima gastar mais de 7,5 milhões de euros na aquisição de géneros alimentares para confecionar em 2017, de acordo com o Orçamento Geral do Estado

Fonte militar garante que o alegado esquema de corrupção nas messes da Força Aérea, que segundo a Polícia Judiciária, lesou o Estado em cerca de dez milhões de euros, durou “vários anos”

Carlos Abreu

Jornalista

Hugo Franco

Hugo Franco

Jornalista

O alegado esquema de corrupção nas messes das Força Aérea, tornado público esta quinta-feira, era uma prática corrente há “vários anos”, admitiu ao Expresso uma fonte militar conhecedora do processo que o descreveu como “muito sofisticado”, sem no entanto avançar mais detalhes.

Uma fonte da investigação já havia assegurado ao Expresso, ao início da manhã, que teria sido desviado cerca de um terço do orçamento deste ramo das Forças Armadas para a aquisição de alimentos (cerca de dois milhões de euros por ano, tal como consta do Orçamento Geral do Estado).

Já durante a tarde, em comunicado, a Polícia Judiciária estimava que o Estado poderia ter sido lesado em dez milhões de euros. Ora, segundo a fonte militar contactada pelo Expresso, esta investigação começou ainda no mandato do ex-chefe do Estado-Maior da Força Aérea, general José Pinheiro, e decorria “em absoluto sigilo” há pouco mais de um ano.

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