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Partido Pirata: “Precisamos de pessoas que comecem a fazer perguntas como se fossem crianças”

ARTISTA. Birgitta Jónsdóttir, a líder do Partido Pirata na Islândia, é poetisa e já foi porta-voz do Wikileaks

Mesmo que não sejam o partido mais votado nas legislativas deste sábado, os piratas islandeses estão preparados para tomar o poder, com uma coligação. Em entrevista ao Expresso, Birgitta Jónsdóttir, a líder do movimento da bandeira negra, diz que quer transformar o sistema democrático na Islândia e dar mais poder aos eleitores

Micael Pereira

Micael Pereira

texto e entrevista

Jornalista

Joana Beleza

Joana Beleza

edição de vídeo

Na Islândia, a expectativa vai durar até ao momento em que os votos estiverem todos contados. As eleições legislativas marcadas para este sábado, 29 de outubro, têm um ingrediente especial. Um partido criado em novembro de 2012 — e que teve apenas 5,1% nas últimas legislativas, em 2013 — escalou nas intenções de voto dos islandeses a partir da primavera do ano passado e ficou à frente de 50 de um total de 70 sondagens ao longo do último ano e meio. Existem, no entanto, dúvidas sobre se ganhará ou não a noite eleitoral de sábado, porque em outubro e em setembro o movimento da bandeira negra tem sido destronado pelo Partido da Independência, que faz parte da coligação atualmente no governo. A margem de diferença é curta, abrindo todo o espaço para uma surpresa.

Com uma disputa renhida até ao fim, Birgitta Jónsdóttir, líder dos piratas, explica numa entrevista ao Expresso que o partido está preparado para assumir o poder qualquer que seja o resultado. A ideia é coligarem-se com os três grupos parlamentares da oposição, seguindo o exemplo do que aconteceu nas últimas legislativas em Portugal.

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