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“Se ganhasse um dólar sempre que alguém me diz que quer votar no Obama outra vez, já tinha pago todas as propinas”

MILLENNIALS. O grupo de norte-americanos nascidos entre 1980 e 2000 está em crescimento e é hoje mais numeroso do que os baby-boomers

MIKE SEGAR / REUTERS

A norte-americana Ayriana Rackham é um dos vários jovens que irão votar pela primeira vez nestas eleições e num estado decisivo − o Colorado. Mas nem todos os millennials, na sua maioria antigos apoiantes de Bernie Sanders - o candidato à nomeação democrata que Hillary Clinton venceu na corrida interna do partido - veem com bons olhos Hillary Clinton e Donald Trump

Cátia Bruno

Cátia Bruno

Jornalista

Este texto faz parte de uma série que o Expresso irá publicar ao longo dos próximos dias sobre os swing states (estados imprevisíveis e decisivos na eleição). Para ilustrar cada um dos nove estados, escolhemos um tema que marca a região − e o país − e um entrevistado para nos falar sobre ele

Ayriana Rackham não é uma típica jovem de 19 anos. Aluna de quadro de honra no ensino secundário, no primeiro ano da Universidade, acabaria por mudar de curso não uma, nem duas, mas sete vezes. A escolha final foi Jornalismo, mas a jovem da pequena cidade de Pagosa Springs, uma localidade com menos de dois mil habitantes no estado do Colorado, não exclui a possibilidade de se dedicar também à Ciência Política. “Ando envolvida na política estudantil desde o meu quinto ano. Chegada à universidade, no que dependesse de mim, isso não iria mudar”, conta ao Expresso.

Foi assim que a estudante da UC Boulder, aquela que é provavelmente a Universidade mais reputada do Colorado, se envolveu no grupo estudantil Student Voices Count, que tem como objetivo envolver os estudantes universitários na política. “Concorri às eleições dos órgãos da universidade. A minha equipa perdeu, mas conheci os membros do Student Voices Count, que foram os moderadores dos nossos debates. Graças à ação deles, a participação nas eleições estudantis subiu uns 16%. O pessoal foi votar, eles conseguiram mudar isso! Desde aí, decidi que tinha de trabalhar com eles.”

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