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Jerónimo: “António Costa tem revelado franqueza e seriedade”

marcos borga

Em plena discussão do Orçamento do Estado e nas vésperas de um novo Congresso do PCP, o secretário-geral comunista dá uma entrevista ao Expresso em que faz elogios ao primeiro-ministro e ao Executivo socialista. O PCP assume ter hoje uma “relação normal com o Governo”, o que é uma declaração inédita. Mas não deixa, porém, de lançar avisos

Helena Pereira

Helena Pereira

Editora de Política

Rosa Pedroso Lima

Rosa Pedroso Lima

texto

Jornalista

Jerónimo de Sousa, 69 anos e prestes a iniciar o quarto mandato como secretário-geral do PCP, dá uma entrevista ao Expresso - que será publicada na íntegra na edição deste sábado do semanário. Fala sobre o Orçamento do Estado, das relações com o Governo do PS e com os parceiros parlamentares da esquerda. E, claro, sobre a vida interna do PCP. Aqui fica um pequeno excerto.

De forma muito resumida, é possível que o PCP venha a votar contra este Orçamento do Estado (OE)?
O que vai determinar a posição do PCP é tudo fazer para que este OE não contenha muitas medidas negativas e aumente as medidas positivas. É uma posição séria, coerente, determinada e sem reservas mentais. Em relação ao resultado final, veremos.

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  • O Orçamento do Chumbo

    O Orçamento do Estado de 2017 atira sobre muita coisa que mexe. E atira sobre muita coisa que está parada. Atira uma nova taxa sobre o chumbo das munições. Cada cartucho passa a pagar dois cêntimos de munições ao Estado. Seja o tiro sobre um alvo preso à parede ou sobre uma pobre perdiz a voar. Mas os caçadores não escapam a um novo imposto. Também são caçados.